Soldado do Corpo de Bombeiros lotado em Pinheiro-Ma é preso acusado de abusar sexualmente da enteada de 10 anos.









A secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), por meio do Corpo de Bombeiros Militar, esclarece que já estão sendo tomadas as devidas providências sobre o caso envolvendo o soldado Paulo Henrique Bandeira Aranha, de 41 anos, lotado no Grupamento Bombeiro Militar de Pinheiro, acusado de abusar sexualmente da própria enteada, de 10 anos.


Tão logo teve conhecimento do fato, o secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, determinou a imediata apuração e investigação pela Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI), a Delegacia Regional de Pinheiro, a Inteligência da SSP e pelo Comando Geral do Corpo de Bombeiros.

Com base nas investigações, o delegado Regional de Pinheiro, Cláudio Santos Barros, solicitou a prisão do militar. O mandado de prisão temporária, expedido pelo juiz da 2ª Vara da Comarca de Pinheiro, Júlio Prazeres, foi cumprido na manhã desta sexta-feira (13), em uma ação conjunta das Delegacias Regional e da Mulher, ambas de Pinheiro, com o apoio de policiais civis de Cururupu.

Paulo Henrique foi encaminhado para a Delegacia Regional de Pinheiro, onde prestou depoimento e confessou o crime. O bombeiro disse que há pelo menos 1 ano vinha cometendo o abuso. O crime acontecia na sua própria residência, no município de Cururupu. A criança foi submetida, na manhã desta sexta-feira (13), a exame de conjunção carnal no Hospital Materno Infantil de Pinheiro.

O Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão já instaurou inquérito administrativo para apurar a conduta do soldado diante do ocorrido, e ressalta ainda que repudia o comportamento do referido bombeiro. Paulo Henrique será transferido ainda nesta sexta-feira (13) para o Quartel do Comando Geral, em São Luís, onde permanecerá preso.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pepe Moreno: e o cego com três filhos aleijados

Faça uma doação para o Brechó Solidário do Centro de Defesa Pe. Marcos Passerini

Expressões da violência no Maranhão serão debatidas em São Luis no Dia Internacional dos Direitos Humanos