Escândalo: Apresentadora de Telejornal de Caxias afirma que foi agredida pelo patrão

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O Diretor Geral da TV Difusora Caxias-Ma Carlos Alberto Ferreira, foi acusado nesta quinta feira de agredir uma funcionária Bianka Nogueira, que apresenta um telejornal na emissora. De acordo com informações que circularam nos meios de comunicação TV e Site na cidade de Caxias, o diretor, teria agredido a funcionária dentro de uma das salas da emissora e inclusive a teria trancado dentro da sala enquanto as agressões ocorriam na manhã desta quinta feira dia 2 de setembro a advogada da funcionária, Eloisa Maria da Silva, informou ao portal Noca de Caxias, que a apresentadora havia sido espancada na manhã de quinta feira pelo patrão Carlos Alberto Ferreira da Silva, nas dependências da empresa. A advogada da apresentadora informou ainda, que as providências legais estão sendo tomadas. Um exame de corpo de delito será feito para comprovar se houve ou não agressão.


O Diretor depois de ver a reportagem no Portal de notícias Noca, da cidade de Caxias, resolveu se pronunciar. Em nota, ele disse, que nunca em sua vida cometeu qualquer agressão a qualquer pessoa principalmente em se tratando de funcionários e que os 82 funcionários que possui são testemunhas disso. Afirmou ainda, que a denúncia era falsa, irresponsável e inconsistente e que não tinha sequer suporte na realidade. Num dos trechos da sua nota, Carlos Alberto afirma, apenas para ratificar o que esta reportagem está se citando, o seguinte:


Nunca em minha vida cometi nenhum tipo de agressão física a qualquer pessoa, muito menos quem trabalha comigo, a quem trato com absoluta civilidade, respeito e consideração. Todos os meus 82 funcionários podem atestar minha conduta. A denúncia é falsa, irresponsável, inconseqüente e não tem qualquer suporte na realidade”, disse Carlos Alberto.


O Portal Noca, respondendo ao que disse o diretor da TV Difusora Caxias, disse, que o Portal de noticias é um meio de comunicação sério e comprometido com a imparcialidade da notícia. E que em nenhum momento faltou com o que rege a cobertura jornalista, em ouvir as duas partes do fato em foco. A redação do Portal publicou que a advogada da vítima foi quem comunicou a ocorrência do fato ao Noca, e que depois de está de posse da informação da vítima sobre o que teria ocorrido, ainda entrou em contato com o acusado, como está relatado em nova reportagem editada na manhã desta sexta feira:


“Tentamos também o contato com o acusado, como forma de respeito ao princípio do contraditório. Entretanto, por motivo justificado pelo próprio Carlos Alberto, não conseguimos encontrá-lo”, afirmou a redação do Portal.


Carlos Alberto havia dito que saiu às 14 horas da quinta feira dia 2 de setembro, num vôo da TAM, de Teresina com destino a Ribeirão Preto em São Paulo e que teria ficado incomunicável como descrito na nota enviada pelo próprio diretor, ao Portal Noca:


Saí de Caxias, hoje, as 14 h para pegar o vôo TAM, em Teresina, com destino a Ribeirão Preto fazendo escalas em Brasília e São Paulo. Fiquei incomunicável durante todo o período da viagem até este momento quando liguei meu celular e fui informado desta irresponsável matéria. Jamais me negaria a atendê-los, dando os esclarecimentos que faço agora, especialmente, diante de uma denuncia desta gravidade”, disse Carlos Alberto, diretor da TV Difusora Caxias.


O Portal ratifica a veracidade da reportagem, afirmando que antes de postar a matéria verificou a veracidade do fato, ao consultar o Boletim de Ocorrência sobre o caso, obtido com a própria advogada da vítima.


O Diretor da TV Difusora Caxias Carlos Alberto Ferreira, utilizou os dois programas da TV Difusora: Notícias de Caxias e Cidade Livre, para dá publicidade ao caso, mas apenas com a versão dele. Na reportagem, Carlos Alberto aparece com ferimentos na altura do pescoço, além de arranhões na perna e em algumas partes do corpo. Na reportagem, Carlos Alberto não fala. A TV Difusora, mostra apenas que Carlos Alberto foi ao 3º Distrito Policial para registrar um Boletim de Ocorrência dizendo que sofreu Lesão Corporal por uma funcionária, que a reportagem não informou o nome.


A repórter afirma textualmente que a agressão partiu de uma funcionária da TV, por questões referentes a valores de sua remuneração, diz ainda que Carlos Alberto foi submetido a exame de corpo de delito e está tomando as providências cabíveis. A notícia foi complementada com uma nota lida, logo após o término da reportagem, afirmando, que “em nenhum momento houve por parte do diretor da TV Difusora, qualquer ato de agressão ou revide contra a sua agressora”, é o que diz a nota que foi lida. E foi finalizada da seguinte forma:


“A motivação da agressão sofrida bem como a responsabilidade pela mesma, serão objeto de apreciação judicial. A funcionária encontra-se afastada de suas atividades e terá o contrato de trabalho rescindido por força do disposto no artigo 482 da Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT”.


O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil, que deve receber as alegações dos advogados das partes citadas para em seguida encaminhar à justiça que deve decidir pela condenação de uma das partes e definir a devida culpabilidade de acordo com a lei.


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