SERÁ SE PALMÉRIO DÓRIA AINDA TERÁ CORAGEM DE LANÇAR SEU “LIVRO” NO MARANHÃO?

SERÁ SE PALMÉRIO DÓRIA AINDA TERÁ CORAGEM DE LANÇAR SEU “LIVRO” NO MARANHÃO?: "





Veja ao lado esquerdo da foto o início da chuva de ovos
contra o escritor Palmério Dória em Imperatriz.

IMPERATRIZ (MA) – Na noite dessa quinta – feira, 12 de Agosto, o escritor Palmério Dória repetiu sua ousadia de vir ao Maranhão para lançar o seu esculhambado livro “Honoráveis Bandidos”. Na sua primeira tentativa em São Luis o evento terminou em pancadaria, estudantes protestaram dentro do Sindicato dos Bancários contra a politicagem do dito escritor comandada por Jackson Lago e Zé Reinaldo.

Palmério e vários integrantes conhecidos da oposição no Maranhão montaram uma grande estrutura patrocinada pela Prefeitura de Imperatriz para tentaram conseguir realizar o lançamento do livro. A tentativa ocorreu no auditório da Universidade Estadual do Maranhão de Imperatriz. Os organizadores do evento distribuíram convites, visitaram escolas, universidades, anunciaram em rádio, TV, carro de som, fizeram panfletagem, porém o resultado não surtiu efeito.

O evento deveria acontecer no auditório da universidade, também no pátio do centro de ensino foi montado um telão para os visitantes assistirem. O público foi pífio. A UEMA funciona em frente à FAMA de Imperatriz nenhum dos acadêmicos de ambas universidades deixaram de assistir aula para prestigiar o tal lançamento, as universidades preferiram não liberar os alunos. O público da cidade não apareceu, deu pra contar as mesmas figuras de sempre, os mesmos do Sindicato dos bancários. Jornalistas como Garrone, Marcio Santos (também conhecido no meio juvenil como Porca de Maiô), o ex - deputado pedetista Luiz Pedro, o candidato a vice de Jackson, Pastor Porto, o alucinado Mané da Conceição e o ousado Palmério Dória. As cadeiras quase todas vazias, não fosse o público que protestou.


Marcado para oito horas da noite, a falta de público levou o evento ao início às nove e meia. Sem nenhuma empolgação no momento que o alucinado Mané da Conceição falava as coisas de sempre um estudante surgiu vestido de fio dental, sutiã e tamanco em protesto inusitado ao escrito. A platéia vibrou ao ver a cena. A cara do escritor era de espanto. O Estudante fez questão de olhar para o escritor e dizer que Maranhão não era o seu lugar. Palmério não sabia onde botar a cara.


Quando desfilava o estudante em protesto vários populares na platéia iniciou uma chuva de ovos contra Palmério Dória que se sentiu obrigado a se esconder debaixo da mesa, vários ovos foram acertados no escritor (veja na foto). Mesmo tentando resistir ao protesto generalizado foi impossivel conter os manifestantes. Palmério depois de se esconder debaixo da mesa saiu lavado de ovo por todo o corpo para o carro da polícia.
A platéia começou a “xingar” o escritor: “respeite os maranhenses seu desgraçado” ainda completavam “vai embora do Maranhão Palmério”.

Iniciou o tumulto. A polícia disparou vários tiros de borracha e ainda explodiu dentro do auditório uma bomba de efeito moral. Todos correram para fora da universidade. Absolutamente ninguém ficou no auditório. Palmério Dória saiu no carro da polícia. O evento acabou antes mesmo da fala do escritor na sua tão desejada e nunca possível noite de autógrafos do livro “Honoráveis Bandidos”.

Encerrado o evento, dezenas de estudantes e jovens de movimentos organizados de estudante e juventudes dos municípios de Imperatriz, Grajaú, Davinópolis, Balsas, João Lisboa, Pio XII, Peritoró, Coroatá, Caxias, São João do Sóter, Governador Nunes Freire, Turilândia, Paço do Lumiar e São Luís ficaram horas plantados à frente da universidade em protesto ao livro.

Os manifestantes cantavam de pé com muita vibração palavras de ordem como “Sarney Guerreiro do povo brasileiro” e seguiam dizendo “Jackson ladrão, roubou o Maranhão”. Não houve nenhuma ação em resposta da população de Imperatriz.

A polícia manteve o controle da manifestação.

A imprensa estava em peso fazendo a cobertura dos fatos. Em entrevista o Conselheiro Estadual de Juventude e Vereador de Pio XII, Assis Filho, falou que os maranhenses não irão mais admitir que um escritor até então desconhecido que não conhece o Maranhão nem mesmos os maranhenses venha para nossa terra denegrir a imagem de uma grande personalidade como senador Sarney.

“O direito que eles têm de falar mal do Sarney é o mesmo direito que nós temos de defendê – lo, a democracia existe para ambos os lados, aqui não tem baderna, é uma manifestação pacífica, espontânea e independente da juventude maranhense”. Declarou o líder juvenil.

No final da manifestação um grupo ligado ao PDT de imperatriz lançou várias pedras de dentro da UEMA em direção a rua onde se encontravam os manifestantes, uma ação covarde, pois o muro da universidade impedia ver os agressores e impossibilitava a defesa, dois jovens foram atingidos no rosto e sangraram muito, a polícia levou - os para o hospital e ficaram bem. O ato de atirar pedras nos manifestantes demonstra quem foi de fato baderneiro e agressores, não houve ninguém que diga que foi atingido fisicamente pelos jovens manifestantes.

A cidade de Imperatriz parou para ver o acontecido, populares não acreditavam que acontecia uma manifestação pró – Sarney na porta de uma universidade, com um detalhe, sem reação contrária do populares.

Palmério Dória e tropa de loucos oposicionistas continuam na vontade de lançar o que eles chamam de livro. Mais uma vez passou vexame e saiu corrido no carro da polícia, não teve direito nem de dizer boa noite no evento, imaginem de autografar um livro.

O Maranhão não é terra sem lei. Quem prega a libertação tem que começar respeitando os adversários e fazendo uma política limpa, sem baixarias, como essa de usar e financiar um escritor para promover uma campanha política literária disfarçada.

Agora sim perceberam que por aqui “o buraco é mais embaixo”.
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