Prefeito de São Mateus é acusado de agredir jornalista

Prefeito de São Mateus é acusado de agredir jornalista: "



do Blog do Mário Carvalho

O prefeito de São Mateus, Coronel Rovélio (foto), conhecido no município por ser recordista em cassação, de volta ao cargo por decisão liminar da Justiça, aproveitou para se pronunciar em público ao lado do deputado estadual, Tatá Milhomem (DEM), comemorando a reintegração ao cargo, num ato típico de comício.


Em determinado momento, ao perceber a presença no ato político do jornalista Stuart Junior, que é diretor do Jornal Regional do Maranhão, que cobria o evento, profissionalmente, foi covardemente agredido por “seguranças” do prefeito cassado de São Mateus.


Populares que estavam no local disseram que por muito pouco o jornalista não teve ceifada sua vida, sendo salvo graças à intervenção daqueles que interviram em seu favor evitando que o pior acontecesse.


Stuart Junior foi espancado gravemente e covardemente através de cacetetes, pontapés, socos por regiões vitais e está muito lesionado. O prefeito sub-júdice Coronel Rovélio, acompanhava e ordenava a execução através do microfone, com a seguinte palavra de ordem: “É PRA BATER, QUEBRAR A CÂMARA DELE”…


Tudo foi registrado e gravado. A população está muito revoltada com mais esta brutal atitude do coronel prefeito. Nestes dias a população por duas vezes interditou a BR-135, que passa pela cidade, em protesto a um eventual retorno do coronel ao cargo, o que acabou acontecendo, sob ordem do juiz federal Magno Linhares.


O jornalista registrou ocorrência na Delegacia de São Mateus e fez exame de corpo de delito.


O prefeito coronel Rovélio foi cassado pela juíza eleitoral Ana Gabriela Costa Everton (35ª Zona Eleitoral), tendo como base as teses de abuso de poder econômico, pois no entendido da magistrada, o administrador usa indevidamente o cargo ou a função pública, com fim de influenciar o eleitor, desiquilibrando a eleição, haja vista que o condenado Coronel Rovélio e seu vice José Maria, distribuiram camisas, bonés, combustível entre outras ofertas. O abuso de poder político se deu pela contratação e demissão de servidores no período vedado pela justiça Eleitoral.


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