Confira oito curiosidades sobre câncer de pele

Confira oito curiosidades sobre câncer de pele: "

O câncer de pele não-melanoma, de maior incidência e mais baixa mortalidade, corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), são estimados 113.850 novos casos para este ano. A perspectiva para o tipo melanoma, o mais grave devido à alta possibilidade de metástase (espalhar-se), é de 5.930.


Diante desses números, nada melhor do que conferir as maneiras de prevenir o problema e saber quais são seus sintomas, com o intuito de procurar ajuda médica a tempo. Confira oito curiosidades listadas pela oncologista Letícia Carvalho Neuenschwander, do Oncomed – Centro de Prevenção e Tratamento de Doenças Neoplásicas, de Minas Gerais:


1) A principal forma de se prevenir é evitar a exposição ao sol sem proteção, mesmo no inverno. Recomenda-se o uso de chapéu, guarda-sol, óculos escuros e filtro solar. Evite se expor ao sol das 10h às 16h.


2) Nem todos os filtros solares oferecem proteção completa para os raios UV-B e UV-A, sem excluir totalmente os riscos da exposição ao sol. Vale dizer que o produto não deve ser usado com o objetivo de permitir o aumento do tempo sob o sol, nem estimular o bronzeamento. Reaplique o protetor a cada duas horas e o ideal é que o fator de proteção solar seja, no mínimo, 15.


3) Os tipos de câncer de pele mais frequentes são carcinoma basocelular (responsável por 70% dos diagnósticos), carcinoma epidermoide (25%) e melanoma (4%).


4) A doença é mais comum em pessoas acima de 40 anos, de pele clara ou com patologias cutâneas prévias. É relativamente rara em crianças e negros, com exceção daqueles que apresentam enfermidades de pele.


5) As áreas do corpo que costumam ser atingidas são as que permanecem mais expostas ao sol, como rosto, orelhas, tronco (colo), braços e mãos. No entanto, o tipo melanoma pode surgir em áreas cobertas, tais como dorso (costas) e pernas.


6) Os sintomas são crescimento na pele de aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida; pinta preta ou castanha que muda sua cor, textura, se torna irregular nas bordas e cresce de tamanho; mancha ou ferida que não cicatriza, que continua a crescer apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento.


7) O índice de cura varia de acordo com o tipo de câncer, porém o mais importante é o diagnostico precoce. Procure um médico ao notar qualquer lesão suspeita.


8) O tratamento principal consiste na remoção cirúrgica da lesão, sendo que o tópico ou a radioterapia pode ser realizado. A escolha do procedimento é feita pelo médico, que leva em consideração o tamanho, a topografia da lesão e o subtipo de câncer.


(Viver e Saúde, Portal Terra)



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